Contos de Amor e Alquimia do Ser!

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Contos de Amor e Alquimia do Ser!

Também através da leitura encontramos um lugar de cura ao mais profundo Eu - lá reconhecemos a mudança e a realização de nosso Ser.

Local: Universo Interdimensional
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Última atividade: 17 Abr

Lilith


“Lilith

Lilith era sexualmente frígida e seu marido tinha quase certeza disso, não obstante todo o fingimento dela. Foi esse fato que causou o seguinte incidente:

Ela nunca se servia de açúcar porque não queria engordar e usava um adoçante. Eram pequenas pílulas brancas que carregava o tempo todo na bolsa. Um dia Lilith ficou sem seu adoçante e pediu ao marido que o comprasse quando viesse para casa. Assim, ele lhe trouxe um frasquinho igual ao que ela pedira, e Lilith pôs duas pílulas em seu café, depois do jantar.

Os dois sentaram-se juntos. Billy a fitava com a expressão de jovial tolerância que usava com freqüência, quando de seus ataques de nervos, suas crises de egoísmo, de auto-acusação, de pânico. A todo seu comportamento dramático ele reagia com inabalável bom humor e paciência. E Lilith ficava brigando sozinha, furiosa, passando por vastas crises emocionais em que ele não tomava parte.

Possivelmente tudo isso era um símbolo da tensão que não ocorria entre eles no plano sexual. Ele recusava todas as suas hostilidades, seus desafios violentos e primitivos, não se permitia entrar nessa arena emocional com Lilith e reagir à sua necessidade de ciúme, temores e batalhas.

Talvez se Billy tivesse aceito os desafios de Lilith e participado dos jogos de que ela gostava, lilith poderia ter sentido sua presença como algo mais que um mero impacto físico. Mas, o marido de Lilith não conhecia os prelúdios do desejo sexual, ou os estimulantes que certas naturezas selvagens exigem, e assim, em vez de reagir corretamente logo que via seus cabelos ficarem elétricos, seu rosto mais cheio de vida, seus olhos cintilantes, seu corpo irrequieto como o de um cavalo de corrida, retirava-se para sua parede de compreensão objetiva, de brincadeiras gentis e de plena aceitação de sua natureza, como alguém que observa um animal em um jardim zoológico e sorri de suas excentricidades, mas não se deixa envolver. Era isso que deixava Lilith em um estado de total isolamento – como um animal selvagem que habitava uma região deserta.”

( Anaïs Nin em Delta de Vênus)

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Comentário de Verônica D'amore em 17 fevereiro 2010 às 12:50



Querida Ana Laura,

Sinta-se bem-vinda!! E peço para que fique bem a vontade para escrever seus próprios contos e/ou histõrias, opinar, sugerir bem como postar de seus autores favoritos...

Com amor abraço-te em rosas,
Verônica D'amore.
Comentário de Ana Laura Fonseca em 17 fevereiro 2010 às 4:32
Gostaria de entrar neste grupo porque sempre gostei de ler e até me formei em LITERATURAS DE LINGUA PORTUGUESA :PORTUGAL,BRASIL E ÁFRICA.Logo que recebi o email me interessei ,OBRIGADA MUITA PAZ.
Comentário de VALNIL 49 em 13 junho 2009 às 22:43

Comentário de PEDRO DE OLIVEIRAS SILVA em 31 maio 2009 às 10:48
SEMPRE É MARAVILHOSO,ESTAR-MOS INTEGRADA A LUZ,SOMO A ESSENCIA SUPREMA UNA,DENTRO DESTE REENCONTRO,CÓSMICO,NA EVOLUÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE VIDAS,SERES CÓSMICOS SOMOS NA UNIDADE DO SER CRIADOR,AMOR FONTE DE TODAS AS VIDAS...
Comentário de Verônica D'amore em 31 maio 2009 às 4:47

Comentário de ॐMaria Elisete em 3 maio 2009 às 16:03

O Buda e o Deva - História Budista

O Buda estava um dia no jardim de Anathapindika, na cidade de Jetavana, quando lhe apareceu um Deva (espírito da natureza) em figura de brâmane e vestido de hábitos brancos como a neve, e entre ambos se estabeleceu o seguinte “duelo”:

O Deva: - Qual é a espada mais cortante?
Ao que Buda respondeu:
- A palavra raivosa é a espada mais cortante.

- Qual é o maior veneno?
- A inveja é o mais mortal veneno.

- Qual é o fogo mais ardente?
- A luxúria.

- Qual é a noite mais escura?
- A ignorância.

- Quem obtém a maior recompensa?
- Quem dá sem desejo de receber é quem mais ganha.

- Quem sofre a maior perda?
- Quem recebe de outro sem devolver nada é o que mais perde.

- Qual é a armadura mais impenetrável?
- A paciência.

- Qual é a melhor arma?
- A sabedoria.

- Qual é o ladrão mais perigoso?
- Um mau pensamento é o ladrão mais perigoso.

- Qual o tesouro mais precioso?
- A virtude.

- Quem recusa o melhor que lhe é oferecido neste mundo?
- Recusa o melhor que se lhe oferece quem aspira à imortalidade.

- O que atrai?
- O bem atrai.

- O que repugna?
- O mal repugna.

- Qual é a dor mais terrível?
- A má conduta.

- Qual é a maior felicidade?
- A libertação.

- O que ocasiona a ruína no mundo?
- A ignorância.

- O que destrói a amizade?
- A inveja e o egoísmo.

- Qual é a febre mais aguda?
- O ódio.

- Qual é o melhor médico?
- O Buda.

O Deva então faz sua última pergunta:
- O que é que o fogo não queima, nem a ferrugem consome, nem o vento abate e é capaz de reconstruir o mundo inteiro?

Buda respondeu:
- O benefício das boas ações.

Satisfeito com as respostas, o Deva, com as mãos juntas, se inclinou respeitosamente ante Buda e desapareceu.

Fonte: As mais belas histórias budistas
Comentário de Verônica D'amore em 28 março 2009 às 19:47


SOBRE O AUTOPERDÃO POR VITORINO DE SOUSA

23 de Agosto 2003

Ao emitirem a vossa luz para curar o planeta… estão a curar-se a vocês mesmos.
Já foi dito que os Humanos e o planeta são uma única entidade. Isso é meritório. Mas a vossa cura não fica completa enquanto não se dedicarem ao autoperdão.

É a partir do autoperdão que podem avançar para o perdão dos outros. Sabe-se que os Humanos se empenham, freqüentemente, na eliminação do carma que os prende a outros Humanos. Se esse trabalho for feito com intenção - e for acompanhado do perdão incondicional… não só da pessoa visada, mas também de tudo aquilo que se passou com essa entidade ao longo das encarnações anteriores – esse trabalho será feito. Mas, muitas vezes, esquecem-se do autoperdão… aquilo a que já foi chamado “resíduo cármico”.

É preciso que se perdoem por, em determinado momento, terem escolhido o que escolherem, terem decidido como decidiram… É preciso que reconheçam que, em cada momento, procuram dar a melhor resposta possível… Assim é agora, e assim foi naquilo a que chamam “passado”. Então, é um exercício perverso, estarem hoje – à luz do grau de expansão de consciência que têm neste momento – a fazer juízos de valor acerca das escolhas e das opções que fizeram no passado. A evolução e a mudança são constantes, pelo que é perfeitamente natural que, ao analisarem retrospectivamente a vossa vida, cheguem à conclusão que, em determinado momento, em determinada circunstância, poderiam ter escolhido… agido… resolvido de outra maneira. A chave é saberem que fizeram o melhor possível… que fizerem o que pensavam ser justo naquele momento. Não há, pois, lugar aos complexos de culpa e, muito menos, aos remorsos. Então, através desse processo de reciclagem dos vossos nódulos negativos, com base na suprema vibração do amor incondicional... é fundamental que fiquem em paz, que se perdoem por aquilo que fizeram em tempos, aquilo que, hoje, eventualmente, perturba as vossas consciências e vos rouba a paz. Que esses episódios sirvam apenas para não serem repetidos… É fundamental perceberem que o vosso processo ascensional pode ser – vamos dizer – seriamente comprometido se este parâmetro não for considerado. Já se tornou comum, felizmente, o perdão incondicional em relação a uma determinada entidade e a tudo o que está… enrolado à volta dessa linha devida… todos os episódios que experimentaram com essa entidade que hoje é o pai, a mãe, o irmão, o marido… Já tiveram imensas oportunidades, antes, de sanear esse carma… de o clarificar. Trata-se, mais uma vez, de uma posição preferencial para o exterior… embora se saiba que tudo começa e acaba no coração do Ser Humano.

Então, têm agora uma excelente oportunidade – aproveitando a presença destes “Desbloqueadores” que vieram até este espaço. E se os Desbloqueadores se apresentaram, é porque lhes agrada desbloquear. No entanto, não desbloqueiam sem que, quem está bloqueado, dê autorização para desbloquear!

Ao manifestarem a intenção de se livrarem desses bloqueios estão, apenas, a dizer que usam o vosso livre nessa direção.

E assim sendo, os Desbloqueadores presentes não violam, com a sua ação, uma das leis fundamentais do Universo – que é a Lei do Livre-arbítrio e a sua extensão, a Lei da Não Intervenção. Então, o que está a ser proposto… o que está a ser sugerido… é um processo de autoperdão. Não precisam inventariar mentalmente, sequer, aquilo a que chamam os “erros” que estão na vossa memória consciente. Não precisam recordar episódios. As novas ferramentas à disposição dos Humanos têm em vista a vivência e a instalação da paz. Ora, como compreenderão, recordar episódios geradores de remorsos ou de complexos não ajuda a promover essa paz. Então, não interessa o que aconteceu; interessa apenas saberem que aconteceu. Claro, nenhuma decisão humana está errada; foram vocês que decidiram julgar assim. E é esse erro de julgamento que tem de ser perdoado, que tem de ser clarificado… nesta vida e nas outras, nesta dimensão e nas outras, neste planeta e nos outros, neste quadrante da galáxia e nos outros. Não importa quantas páginas teria o livro, se pusessem tudo isso por escrito. “Quantidades” é uma questão da 3ª dimensão… Então, basta que os vossos corações libertem o impulso de querer clarificar tudo isso. Sequer é precisa qualquer palavra. Palavras são desnecessárias, aqui. Basta que permitam. Não vale a pena preocuparem-se… não vale a pena fazerem perguntas de como é que isso é feito… De fato, em relação ao processo em causa, isso é o que menos interessa…

Basta que imitem o impulso do “faça-se luz” para que se faça luz… sem que o vosso aparelho mental se preocupe acerca de como se “faz luz”. Isso não vos diz respeito... Não é que queiramos escamotear essa informação; é, apenas, porque isso vos distrairia. Ora, nestas circunstâncias, a concentração no objetivo é fundamental. Então, vamos dar alguns momentos para que isso, em alguns seja feito e, noutros, seja concluído.

(Pausa)

Não vale a pena guardar os “remorsos de estimação”… não vale a pena querer preservar o “martírio de estimação”… Quem pretende estar na Luz, tem de aprender a largar os tesouros da escuridão… Se alguém quiser colocar alguma questão… Eu sei que as perguntas só surgirão só amanhã… e que amanhã se vão arrepender de não as terem feito hoje!

(Pausa)

Vamos recuperar a imagem do planeta Terra… e vamos vê-la no seu lugar no espaço… Peço-vos que me acompanhem que se visualizem a vós mesmos com as vossas formas geométricas, com as vossas cores… girando em órbita da Terra como se fôssemos um anel… Talvez alguns quisessem dar as mãos a Kryon… mas Kryon não tem mãos!

Mas podemos fundir as nossas energias e fazê-las girar, poderosamente, até que a nossa energia fundida forme, de fato, um anel de luz à volta do planeta… um anel que se vai dilatando, até que, às tantas, o seu diâmetro é maior do que o da Terra… e a nossa energia fundida envolve completamente o planeta em todos os seus níveis… Concentremo-nos no centro da Terra e, a partir daí, irradiemos para o exterior. Vamos deixar a nossa energia ali, envolvendo a Terra. Vamos deixar ali o desdobramento das nossas próprias energias e vibrações… e cores e sons.

(Pausa)

Quero agradecer a vossa decisão… de terem acedido ao impulso inconsciente do vosso Eu Superior para virem até aqui participar numa cerimônia de autocura. Vocês são os que farão o trabalho… os que fazem o trabalho e os que fizeram o trabalho… Já sabem o quanto vos celebramos por isso… E, cada vez que duvidarem se sabem o que é o Amor, lembrem-se de quanto dessa vibração têm vindo a precisar ao longo dos tempos para encarnarem sucessivamente neste planeta e passarem pelo que têm passado.Muito obrigado pela coragem, pela vossa abnegação, pelo vosso altruísmo… e sempre que forem espicaçados pelas dúvidas do ego… que vos diminuem… que fazem com que se subestimem… lembrem-se que, uma vez, ouviram, diretamente da voz do Espírito, o agradecimento profundo por tudo aquilo que têm feito… Se fossem um ser de pó e que para o pó há de voltar, nada disto poderia ser dito a vosso respeito.Ver-nos-emos numa outra oportunidade… Muito obrigado pela vossa presença e pela vossa contribuição.

Fiquem em paz.
Comentário de ॐMaria Elisete em 19 março 2009 às 15:09

A NOVA VISÃO
Que cada dia possamos nos olhar de maneira diferente; Que a certeza que temos de nós caia por terra como um fruto maduro que cumprindo o seu ciclo de vida segue seu rumo; Que apequena visão se transforme em grande visão; Que a vida não passe por nós e sim que nós passemos Por ela; Que a alma se abra e se ilumine pelas coisas simples; Que a simplicidade seja a minha guia hoje e sempre; Que meu olhar para mim se torne o novo olhar para a vida; Que eu me torne cada vez mais eu, cada vez mais tu, cada vez mais nós; E que os véus que me cobriam até aqui não tenham mais medo de revelar o que sou!!!
(PATRICIA CUOCOLO)
Comentário de Verônica D'amore em 19 março 2009 às 13:45

código purificação


NUNCA FALES

Nunca fales sem primeiro observar o que vai sair da tua boca.

A tua responsabilidade é muito grande pelo que falas aos outros.

A força mental que se transforma em idéias é carregada de magnetismo emprestado pelos teus sentimentos.

A tua mente é um campo de fusões eletromagnéticas, de onde partem todos os pensamentos que se consubstanciam em mensagens para os que te ouvem, levando a tua marca. Portanto, deves responder pela carga dos que recebem tuas palavras.

Se a tua mente for educada, o retomo será de paz.

Se não vigiares o que dizes e a indisciplina encontrar ambiente condizente com a desordem, a própria natureza devolverá o que deres aos teus companheiros, acentuando, de volta, as formas afins às tuas idéias.

Nunca fales mal de alguém, mesmo que te encontres atingido pela maledicência alheia.

Nunca penses ao contrário das leis do Amor, mesmo que o ambiente em que vives seja propício às conversações negativas.

O papel do homem de bem é vigiar a si mesmo no que pensa, fala e faz,
pois o maior beneficiado é quem se educa e quem disciplina a si mesmo.

Tudo o que fizeres de bom, saído da nobreza da tua alma, estarás fazendo exclusivamente para ti. Tu serás o maior premiado.

Quem cumpre o dever nada mais está fazendo do que o próprio dever.

Nunca penses e nunca fales que és um portador de luzes para a humanidade.

Cada um cuida da sua própria conduta.

Se falares sobre o que fazes de bom, começas a corromper o Bem que intentas realizar.

E quando anunciamos alguma coisa do grau de Caridade a que atingimos, a vaidade não deixa de aumentar as proporções que não foram atingidas.

Distorcendo a verdade, caímos na depressão urdida pela mentira e a consciência nos cobra o que deixamos de fazer e que anunciamos aos outros sem ter feito.

Colocamos uma lente no bem que tentamos fazer e fazemos questão de mostrar a quem passa, tentando colocar viseiras nos olhos dos nossos companheiros, no que se refere aos nossos atos indignos.

Tudo isso são ilusões.

Estamos enganando a nós mesmos, porque ninguém engana as Leis e nem Quem as fez.

O orgulho e a vaidade estragam muitas vidas.

O orgulhoso e o vaidoso não desconfiam que os outros estão observando e analisando o que falam a mais do que realmente são.

Se és verdadeiramente um benfeitor da coletividade, pelos exemplos e pelas ações, não te apresses em divulgar isso, porque o próprio ar se encarrega de transmitir os teus valores, os próprios objetivos ao teu derredor denunciam e refletem as luzes que se desprendem do teu coração.

A auto-valorização é falta de discernimento e escassez de educação. Tu és o que és e nada mais.

Se intentas anunciar o que fazes, o que foi feito apresenta falsificações nas suas mais íntimas estruturas.

Quem fala muito sobre o que fez tem o intuito de esconder os erros que
sempre estão à vista dos observadores.

O santo quase sempre nega seus feitos, mesmo os benefícios que atingiram a humanidade e, quando não tem outro jeito, responde que é um dever seu fazer o bem e, se isso é caridade, está fazendo por bem de si mesmo. Isso não ocorre com o ignorante, que sempre quer mostrar o que não é.

Fala menos de ti mesmo e, quando não suportares ficar calado, fala das tuas próprias deficiências, mesmo que não tenhas coragem de falar de todas.

Dize o que a tua coragem permitir e o teu coração suportar. Mas nunca fales sem pensar o que vais dizer.

(De “Cirurgia Moral”, de João Nunes Maia, pelo espírito Lancellin)
Comentário de Fatima dos Anjos em 6 março 2009 às 18:07
"As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras nem novas descobertas."
de (Anônimo)
 

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