ॐCorpo - O Templo Divinoॐ

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O Corpo Templo precioso

Escola Divina

Jóia rara de transcendência

Está aqui ‘’juntinho’’ conosco

Ensinando a Inteireza do Ser

Site: http://www.centroflordejasmim.com
Local: Rio Grande do Sul
Membros: 355
Última atividade: 13 Mar


  

 

''O corpo é a expressão do ser enquanto totalidade, aprenda a decifrá-lo, conhecer mais sobre você e liberar seus potenciais".


"Que o seu corpo seja abençoado.

Que você perceba

que o seu corpo

é um belo e fiel amigo da sua alma.


E que você esteja cheio de paz e alegria

e que possa reconhecer

que os seus sentidos são portas de entrada sagradas.

Que você reconheça

que o sagrado é consciente,

que ele te espreita, sente, escuta e toca.

Que os seus sentidos se juntem à você e lhe tragam à casa.

Que os seus sentidos

sempre lhe permitam celebrar o universo e o mistério

e as possibilidades da sua presença aqui.

Que o Eros da Terra lhe abençoe".
Anam Cara

 

 

A dessacralização criada pelo estilo moderno de vida esconde do ser humano um dos seus mais preciosos meios de transcendência. Em Corpo, Território do Sagrado, Evaristo E. de Miranda nos leva a uma viagem de autodescoberta que bem pode representar um caminho de retorno à nossa integridade.
Por Romeo Graciano

Da janela do carro, minha filha,
que tem seis anos, viu o outdoor exibindo uma loira nua e perguntou: “Por que ela está pelada, pai?” Sem alongar a história, respondi que ela gosta de mostrar a beleza do seu corpo, e que muita gente faz isso para ser elogiada, para chamar a atenção. Ao mesmo tempo, comecei a pensar no lado cruel da nossa cultura, que domestica as pessoas já na tenra idade. Minha filha dava risadinhas enquanto se divertia repetindo a palavra “pelada”.

Continuei meu caminho tentando refletir sobre as influências desses momentos em uma criança que mais tarde será mulher. Como educá-la para ter uma relação sadia e sem preconceitos com seu corpo quando estamos mergulhados em exemplos nada edificantes?

A onipresença do corpo em nossas vidas dá o que falar em todos os campos de atividade. Porque ele é tratado principalmente como uma extensão do ego, e assim sofre com as distorções dos desejos e ilusões da personalidade, submetendo-se às regras da moda e sendo modelado ao gosto da conveniência pessoal, pois a cirurgia plástica não mais é um privilégio de poucos.

Coisificado e perfurado por metais (os piercings), desajustado por posturas incorretas no seu convívio mecânico com máquinas e tecnologias, o corpo humano foi quase totalmente esvaziado do seu sentido de transcendência. Tudo muito normal em uma realidade que exalta a aparência e suas impressões de curta duração. “Assim é se lhe parece”, confirmaria Piran- dello.

Alex Soletto

Mais do que simples suportes, os pés representam a força da alma.
As tradições religiosas apresentam o corpo como um templo de Deus e, portanto, uma ponte para a divindade. Na visão judaico-cristã, ele foi criado à imagem e semelhança de Deus, sendo que os sentidos servem justamente para nos despertar para outras realidades, fora dos limites do corpo material.

Com o objetivo de fornecer conhecimentos a todos que desejam viver o corpo na sua merecida profundidade, Evaristo Eduardo de Miranda lançou, recentemente, o livro Corpo – Território do Sagrado (Edições Loyola). O autor é mestre e doutor em ecologia pela Universidade de Montpellier, além de destacável conhecedor da teologia espiritual. Nessa obra, ele parte dos fundamentos que unem judeus e cristãos e da sabedoria da cabala – “um caminho e um instrumento do conhecimento judaico das realidades infinitas” – para desvendar o vasto simbolismo das regiões do corpo que compõem uma geografia do sagrado, uma via de acesso à reintegração do humano no divino.
O percurso desse caminho iniciático é realizado em analogia com a Árvore das Sefirot (as dez emanações do Criador) ou das vidas, e segue o sentido ascendente próprio da energia de expansão que responde pela verticalização humana.

Esta jornada exploratória começa pelos pés, o nosso primeiro estágio no domínio do ter. Hoje em dia, está bastante difundida a massagem nas plantas dos pés (reflexologia) como forma de beneficiar a totalidade do corpo, o que reafirma o significado dos pés enquanto rudimento do ser, sua causa e semente. Eles representam não só o suporte da postura ereta, como também a força da alma, e podem designar a pessoa ou o seu caráter.

Referindo-se à cerimônia do lava-pés, Evaristo de Miranda observa que, por seu intermédio, “lava-se o passado e inaugura-se a presença no seio de um novo acolhimento”.

Os pés só encontram razão de ser quando associados às pernas, responsáveis pelo nosso incansável caminhar sobre a terra. Andando sobre suas próprias pernas, o ser reconhece sua necessidade de obter crescimento interior, de exercer sua marcha com autonomia e autodomínio. (“Não imites o cavalo ou a mula estúpidos, cujo impulso se domina com freio e cabresto; e nada te acontecerá” Salm 32,9.)

Saber caminhar com as próprias pernas é outra maneira de se iniciar em si mesmo, uma vez que, até conquistarmos a nossa verdadeira integridade, todos nós somos mancos por força das circunstâncias.
Portanto, pelas pernas pode-se viver uma experiência de conversão.

Mas não descuide do fato de que o mapa não é a estrada nem confie em roteiros preestabelecidos.

Aprenda com o ensinamento do poeta espanhol Antonio Machado, que afirmou: “Caminante no hay camino, se hace camino al andar.”

Segundo Evaristo de Miranda, sob o ponto de vista espiritual,

“os pés representam o ainda-não-realizado e os joelhos o realizado”.

E, não por acaso, “joelho e bênção, em hebraico, são a mesma palavra”.

Os joelhos equivalem, em diversas tradições culturais e na simbologia bíblica, à sede principal da força do corpo. Indicam a autoridade do homem e o seu poder social, e deles se originam diversas expressões relacionadas à temática da força e do poder: dobrar os joelhos, em sinal de humildade, e ajoelhar-se diante de alguém são alguns exemplos.


Ao colocar-se na “presença de Deus”, o homem que ora irá ajoelhar-se, estreitando os vínculos entre joelhos e oração.

“Os joelhos nos falam do engendramento interior, da procriação realizada e nos recordam a criança benigna em cada ser humano”, esclarece o autor.



Na interpretação cabalística, os pés equivalem ao feto no ventre da mãe, os joelhos correspondem à criança no nascimento e as coxas estão relacionadas à adolescência e aos processos de iniciação do amadurecimento.

Consciente de que o ser humano encarna os seus arquétipos, vale dizer que no mito do centauro Quíron, o Curador Ferido, ele é atingido na coxa por uma flecha envenenada, que lhe causa uma ferida incurável e um sofrimento pelo resto da vida.

E também foi no interior da coxa de Júpiter (Zeus) que Dioniso, deus da embriaguez e da fertilidade, realizou uma segunda gestação.

Prosseguindo neste movimento ascendente, subindo pela coxa vamos adentrar o segundo estágio do corpo humano, que o autor denomina “A Porta dos Homens”.

É o plexo urogenital, onde se localizam “as primeiras aberturas e comunicações físicas permanentes entre o interior e o exterior do humano, entre o ter e o ser”.

Aqui se encontram os órgãos sexuais e reprodutores masculinos e femininos. O sexo masculino contém o princípio ternário, e o feminino, o quartenário (quatro lábios da vagina); da soma de ambos resulta o número 7, símbolo da perfeição e da totalidade.

Evaristo de Miranda explica a prática da circuncisão como uma marca da aliança de Deus com os homens, realizada no pênis por ser este o lugar da sua união íntima com a mulher.

A circuncisão ainda serve para retirar o “anel feminino” do homem, conferindo-lhe inteireza em sua condição masculina.

Nesse segundo estágio do corpo, os rins representam os pés e simbolizam a sede da energia que animará o homem nos seus relacionamentos externos e internos, consigo e com o universo.

Na visão bíblica, os rins, que executam a função essencial de filtrar o sangue, correspondem à força e, em contrapartida, ao pânico e ao medo.

Enquanto os rins purificam o sangue pela água, o coração cumpre a mesma função pelo ar.

Os rins assinalam o princípio da ascensão da energia e consciência, do irrealizado para o realizado, do visível para o invisível, já que regem “a passagem da água ao sangue, transmutado em espírito, e a passagem do sal ao fogo, transmutado em luz”.

Entre o esôfago e o duodeno situa-se o estômago, onde ocorre parte da digestão. Embora a maioria desconheça, a nutrição promove a integração da totalidade das energias divinas e tem natureza espiritual.
Os rins formam uma matriz de água e o estômago é a matriz de terra, que no corpo se associa à carne. Mas a carne como essência divina, fundamentada na interioridade do espírito, de acordo com o significado da eucaristia, na qual a carne e o sangue de Cristo constituem o alimento transcendental. “Na tradição judaico-cristã, a carne não pode ser identificada com o corpo, nem com a matéria. Ela é o complexo psicofísico do homem em sua existência concreta e total. A carne é o fundamento último e a expressão da pessoa, carregada e expressa no corpo”, justifica o autor.

Associado à idéia da índole e do caráter das pessoas, o fígado é o órgão da honra, do pesar, da glória e da luz. De acordo com o autor, o jejum visa o fígado, sendo um recurso para aliviar este órgão dos excessos de alimentos físicos e psíquicos que bloqueiam a realização do devoto.

No movimento vertical do ser humano pela Árvore das Vidas, Eduardo de Miranda identifica várias etapas ou passagens por determinadas matrizes que são a uterina, a abdominal, a peitoral e a craniana. Esse percurso simbólico equivale à progressão do sólido para o líquido, do líquido para o gasoso e o energético, em uma associação com os quatro elementos primordiais – terra, água, ar e fogo.

O abdômen é visto como um sinal da nossa exterioridade e se mantém separado da matriz peitoral pelo músculo do diafragma. É nessa matriz que se localiza o território de emergência da consciência pessoal, cujos principais órgãos são o coração e o pulmão, responsáveis pelo nosso sistema cardiorrespiratório.

A matriz peitoral, mais interiorizada, é o território do coração, da força de vontade, do desejo, do sopro e da palavra criadora. Porém, o peito e o ventre compartilham suas respirações, sendo o primeiro de ordem superior e o segundo de ordem inferior.

E aqui chegamos ao órgão-símbolo predileto dos amantes, o coração.
De acordo com Eduardo de Miranda, nosso guia nesta estimulante viagem, a tradição judaico-cristã distingue dois corações: o coração-órgão (o Filho) e o coração centro (o Pai). O termo é citado mais de 800 vezes na Bíblia, entretanto, apenas uma dezena de vezes ele aparece fazendo referência ao órgão. Na maior parte das vezes, a palavra coração serve de metáfora.

Junto aos pulmões, o coração é o “mestre do sopro e da vida”. Mesmo porque na respiração está a “presença do sopro divino” no ser humano, energia essa que o sangue e o coração distribuem por todo o corpo.

“O coração do tolo é como um vaso quebrado, não pode reter nada do que aprende” (Sr 14). Assim, o coração também é interpretado como um vaso, o que faz analogia com o santo cálice (graal) que recolheu o sangue de Jesus. A expressão “amar a Deus de todo o coração” foi interpretada com sabedoria por Babua ben Asher (final do século 18), para quem o coração, por ser o primeiro órgão a formar-se no embrião e o último a morrer, confere à frase o sentido “do primeiro até o último suspiro”.

Na tradição judaico-cristã, no sufismo ou no taoísmo, o coração é encarado como “o trono de Deus no centro do homem”. Ver com os olhos do coração, por exemplo, é outra maneira de dar sentido às coisas, de transformar a visão condicionada e limitada da realidade humana.

Eduardo de Miranda nota que “o coração contrito acompanha o espírito contrito”, o que é um indício de que o coração tende a aparecer mais ligado ao espírito do que à alma.

O coração centro (o Pai) é um consagrado símbolo do verdadeiro amor, iluminado pelo fogo do espírito.
Como dois foles que mantêm viva a divina chama do coração, os pulmões realizam a união entre o sopro e o sangue. (“Privado do sopro, a carne se deteriora” Ecles 12,7.) “No corpo humano, os pulmões são a imagem do Espírito Santo em íntima comunhão com o coração-centro, o Pai, fonte de tudo, e o coração-órgão, o Filho”, interpreta o autor.
Pelo enfoque bíblico dos pulmões, a matriz abdominal e peitoral é um espaço preenchido pelo sopro, do qual está repleto também toda a dimensão situada entre os céus e a Terra, onde o ser humano respira e tem sua existência na matéria. O sopro-espírito não é apenas mais um atributo da pessoa divina, mas a própria manifestação de Deus, que insuflou em nossas narinas o hálito da vida.

A associação entre o sopro e a palavra é outro aspecto a ser ressaltado, pois “devemos falar para respirar e respirar para ver”.
A energia que expande a consciência segue de baixo para cima, reproduzindo o movimento ascensional característico do ser humano, que pisa sobre a terra mas almeja reintegrar-se à realidade celestial, divina. No corpo, nada representa melhor esse processo do que a coluna vertebral, semelhante à escada de Jacó.

Século 13

Menorá : representação dos orifícios da cabeça.

Eduardo de Miranda localizou a palavra coluna
124 vezes no texto bíblico, e informa que a cabala tem simbologia associada a cada número dos três conjuntos de vértebras da nossa coluna, ou seja, sete vértebras cervicais, 12 dorsais e cinco lombares.

As práticas tântricas também enfatizam a ascensão da energia kundalini pelo eixo vertical da coluna, onde estão dispostos os sete chacras básicos, para o despertar da supraconsciência, da iluminação. O objetivo é atingir o topo do crânio, sede da coroa do templo corporal e centro das profundas transformações que conferem à consciência um salto incomparável.

E aqui temos a cabeça, com seus sete orifícios associados aos sentidos. Esses sete orifícios estão representados na menorá, o candelabro judaico de sete braços e um dos principais símbolos do povo hebreu.

“O lugar central ocupado pela boca evoca o poder da palavra, de acordo com a Torá, e o uso correto da boca é um canal central de luz para vivificar o corpo”, adianta o autor.

O cristianismo é uma religião da palavra e portanto atribui grande importância ao ouvir. Mas, enquanto símbolos, os ouvidos estão relacionados à escuta mística, interior, “à abertura da pessoa à inteligência cósmica, à capacidade de situar-se no espaço e no universo”. Conseqüentemente, a orelha representa a obediência, a palavra divina.

Já a boca constitui o órgão da palavra e do sopro. É considerada um símbolo feminino do poder criador, e proporciona a manifestação dos graus mais elevados da consciência. Originalmente, a palavra é sagrada, e todos nós poderíamos produzir maravilhosos benefícios em nossas vidas exercitando, no cotidiano, essa primorosa qualidade.
Os olhos, que também absorvem o alimento energético e sutil do seu ambiente, são interpretados como “um instrumento da unificação de Deus e da pessoa humana, do Princípio e da manifestação”. Segundo a mística judaica e cristã, o homem possui olhos para desenvolver a visão de Deus.

Os olhos são símbolos ígneos de atenção e intenção e correspondem ao coração-centro, ativado no estágio do ser. A palavra olho, em hebraico, é homônimo de fonte, manancial.

Por fim, atingimos a matriz craniana, a última etapa deste nosso percurso. “O crânio representa o matriciamento definitivo do humano, do sagrado ao santo”, escreve Evaristo de Miranda, citando Emmanuel Levinas, em Du Sacré au Saint.

É na “câmara nupcial do crânio” que o ser humano se encontrará com Deus. A partir da perspectiva da tradição judaico-cristã, o autor nos explica que “não se trata de um Deus cósmico ou causa do mundo, nem de um Deus da verdade racional ou teológica”. Ele está se referindo ao Deus da pessoa, descoberto pela sua abertura a realidades mais interiores, mais pessoais, na busca pelo seu próprio coração. De modo que não se trata de um encontro impulsionado por fatores externos.
O pensamento, na matriz craniana, é antes de mais nada a consciência de si, bem como a consciência do universo que se abre diante do ser. E é permanecendo “na abertura infinita do mundo que a consciência de si mesmo descobre sua imensidade, casamento entre o íntimo e o infinito. Essa abertura é o verdadeiro lugar do homem, seu lar, ele que é destinado ao infinito”, analisa o autor.

Sempre digo que uma das maiores estratégias de Deus, ao criar a nossa espécie, foi depositar dentro de cada ser a essência de tudo aquilo que devemos saber para restituir a nossa autêntica natureza. E o corpo, como um impressionante mapa da ação do divino em nós, é a constatação mais palpável dessa promissora possibilidade.

Shalom...

EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA
Nossa época explora o mistério da corporeidade, como outras exploraram o da espiritualidade. Este livro visa àqueles que desejam viver seu corpo e não somente cuidar dele. Para penetrar na riqueza da visão bíblica do universo simbólico corporal, são necessárias chaves etimológicas, semânticas, culturais, psicológicas e espirituais. Ninguém possui o monopólio da simbologia corporal. A chave é um símbolo ambíguo: tem o duplo papel de abrir e fechar. Este livro apresenta a simbologia de cada uma das principais partes e órgãos do corpo humano, fundamentada na tradição mística judaica.

De baixo para cima, dos pés para a cabeça, do Reino (Malchút) para a Coroa (Ketér), no sentido do chamado à verticalização, ele inicia o leitor num território que todos conhecem e desconhecem. Na perspectiva judeu-cristã, apesar dos séculos de desvios e absurdos corporais, o bem-estar do Homem, seu estar bem, depende de um ser bem, ser mais. O simbolismo do corpo é um instrumento para compreender seu dinamismo e sua inteireza, caminho extra-ordinário de comunicação com o divino.

A riqueza simbólica e espiritual, vinculada a cada porção do território corporal, não pode ser esgotada, mesmo se um livro inteiro fosse dedicado a cada parte ou órgão. Na geografia do corpo, este livro é uma viagem de exploração; um caminho iniciático. Para o leitor, a descoberta de outras conexões, menos visíveis, desse território misterioso do imaginário e do sagrado, o corpo humano, virá de imediato ou no futuro, como novos frutos desta primícia.
Editora: Loyola

 

 

 

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Comentário de Marta de Oliveira Silvestre em 28 setembro 2014 às 21:26

Muito obrigada pelo convite !! Bjsss

Comentário de Renata Bucciarelli em 10 fevereiro 2014 às 14:16
Comentário de Alessandra em 11 julho 2013 às 21:14
Grata...Namastê...
Comentário de josefa guedes da costa em 11 novembro 2010 às 2:29
Admiravel,podemos viver melhor em sentido de respirar bem definido, interferir nos sintomas de saude etc.quanta coisa informativa para ajudar outros, agradeço oportunidade, parabens, ficam com paz e luz, namaste
Comentário de josefa guedes da costa em 11 novembro 2010 às 2:20
Quanta sabedoria, quanta coisa para ensinar informar e viver.Agradeço oportunidade para tanto conhecimento, parabens,namaste
Comentário de Fernando Alex Salóes Lima em 9 novembro 2010 às 11:33
Vejam como o conhecimento, se ampliam p/ o inifito e, como esse conhecimento poderar ser acessado por todos, nos tonaremos só consciêcia pura. Paz Profunda.
Comentário de M. Manuela dos Santos Oliveira em 9 novembro 2010 às 11:12


JEAN-YVES LELOUP

Quando toca alguém nunca toque só um corpo. Quer dizer, não esqueça que toca uma pessoa e que neste corpo está toda a memória de sua existência. E, mais profundamente ainda, quando toca um corpo, lembre-se de que toca um Sopro, que este Sopro é o sopro de uma pessoa com seus entraves e dificuldades e, também, é o grande Sopro do universo. Assim, quando toca um corpo, lembre-se de que toca um Templo.
Comentário de ॐMaria Elisete em 8 novembro 2010 às 23:09
A INTELIGÊNCIA DE NOSSA BIOLOGIA


A sabedoria do corpo é um bom ponto de acesso às dimensões ocultas da vida: é totalmente invisível, mas inegável. Os investigadores médicos começaram a aceitar este fato em meados dos anos oitenta. Anteriormente se considerava que a capacidade da inteligência era exclusiva do cérebro. Então foram descobertos indícios de inteligência no sistema imune e, logo a seguir, no digestivo.



A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA IMUNE

A Dra. Bert descobriu (e logo outros cientistas confirmaram) , que existem tipos de receptores inteligentes não só nas células cerebrais, mas em todas as células, de todas partes do corpo (chamaram inicialmente de neuropeptídios) . Quando começaram a observar as células do sistema imunológico, por exemplo, as que protegem contra o câncer, contra as infecções, etc., encontraram receptores dos mesmos tipos que os do cérebro. Em outras palavras, suas células imunológicas, as que o protegem do câncer e das infecções, estão literalmente vigiando cada um dos seus pensamentos, cada emoção, cada conceito que você emite, cada desejo que tem. Cada pequena célula T e B do sistema imunológico produz as mesmas substâncias químicas produzidas pelo cérebro quando pensa. Isto torna tudo muito interessante, porque agora podemos dizer que as células imunológicas são pensantes. Não são tão elaboradas como as células cerebrais, que podem pensar em português, inglês ou espanhol. Mas sim, elas pensam, sentem, se emocionam, desejam, se alegram, se entristecem, etc. E isto é a causa de enfermidades, de stress,câncer, etc. Quando você se deprime entram em greve e deixam passar os vírus que se instalam em seu corpo.



A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA DIGESTIVO.

Há dez anos parecia absurdo falar de inteligência nos intestinos. Sabia-se que o revestimento do trato digestivo possui milhares de terminações nervosas, mas que eram consideradas simples extensões do sistema nervoso, um meio para manter a insossa tarefa de extrair substâncias nutritivas do alimento. Hoje sabemos que, depois de tudo, os intestinos não são tão insossos. Estas células nervosas que se estendem pelo trato digestivo formam um fino sistema que reage a acontecimentos externos: um comentário perturbador no trabalho, um perigo iminente, a morte de um familiar. As reações do estômago são tão confiáveis como os pensamentos do cérebro, e igualmente complicadas.



A INTELIGÊNCIA DO FÍGADO

As células do cólon, fígado e estômago também pensam, só que não com a linguagem verbal do cérebro. O que chamamos “reação visceral” é apenas um indício da complexa inteligência destes milhares de milhões de células. Em uma revolução médica radical, os cientistas acessaram uma dimensão oculta que ninguém suspeitava: as células nos superaram em inteligência durante milhões de anos.



A INTELIGÊNCIA DO CORAÇÃO

Muitos acreditam que a consciência se origina unicamente no cérebro. Recentes investigações científicas sugerem, de fato, que a consciência emerge do cérebro e do corpo atuando juntos. Uma crescente evidência sugere que o coração tem um papel particularmente significativo neste processo. Muito mais que uma simples bomba, como alguma vez se acreditou, o coração é reconhecido atualmente pelos cientistas como um sistema altamente complexo, com seu próprio e funcional “cérebro”. Ou seja, o coração tem um cérebro ou inteligência. Segundo novas investigações no campo da Neurocardiologia, o coração é um órgão sensorial e um sofisticado centro para receber e processar informação. O sistema nervoso dentro do coração (ou o “cérebro do coração”) o habilita a aprender, recordar e tomar decisões funcionais independentemente do córtex cerebral. Além da extensa rede de comunicação nervosa que conecta o coração com o cérebro e com o resto do corpo, o coração transmite informação ao cérebro e ao corpo, interagindo através de um campo elétrico.







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E LEIA ISTO…

O coração gera o mais poderoso e mais extenso campo elétrico do corpo. Comparado com o produzido pelo cérebro, o componente elétrico do campo do coração é algo assim como 60 vezes maior em amplitude, e penetra em cada célula do corpo. O componente magnético é aproximadamente 5000 vezes mais forte que o campo magnético do cérebro e pode ser detectado a vários pés de distância do corpo com magnetômetros sensíveis.



RECOMENDAÇÕES:

As investigações do Instituto HeartMath sugerem que respirar com Atitude, é uma ferramenta que ajuda a sincronizar seu coração, mente e corpo para dar-lhe uma coerência psicofisiológica mais poderosa. Ao usar esta técnica regularmente – experimente- a cinco vezes ao dia - você desenvolverá a habilidade para realizar uma mudança de atitude durável. Respirando com Atitude, você coloca o foco em seu coração e no plexo solar, enquanto respira com uma atitude positiva. O coração automaticamente harmonizará a energia entre o coração, a mente e o corpo, incrementando a consciência e a clareza.



fonte: Grupo Ascendendo
Comentário de ॐMaria Elisete em 21 outubro 2010 às 21:26
A HIPER COMUNICAÇÃO DO DNA: A “INTERNET VIVA” DENTRO DE NÓS

O DNA humano é uma Internet biológica e superior em contraste com a artificial em muitos aspectos.



As últimas pesquisas científicas na Rússia explicam direta ou indiretamente o fenômeno como por exemplo a clarividência, a intuição,
os atos de cura espontâneos ou à distancia, a auto-cura, as técnicas de
afirmação, a luz de auras extraordinárias em volta das pessoas
(especialmente de mestres espirituais), influência da mente nos padrões
do clima e muito mais. Além disto, há evidência de um tipo de medicina
totalmente novo no qual o DNA pode ser influenciado e reprogramado por
palavras e freqüências SEM remover e sem substituir um único gene.

Somente 10% de nosso DNA estão sendo usados para formar proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e
está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% do DNA são
considerados “DNA lixo”. Os pesquisadores Russos, entretanto,
convenceram-se de que a natureza não era estúpida, juntando-se
lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar estes 90% de
“DNA lixo”.

Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! De acordo com eles, o nosso DNA não somente é responsável pela
construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e
na comunicação. Os lingüistas Russos compreenderam que o código
genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis segue as mesmas
regras como todas as nossas linguagens humanas.

Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma nas quais as palavras são unidas para formar frases e sentenças), a semântica (o
estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da
gramática. Eles perceberam que os alcalinos de nosso DNA seguem uma
gramática regular e têm conjuntos de regras como as nossas linguagens.
Assim as linguagens humanas não surgiram coincidentemente, sendo um
reflexo do nosso DNA inerente.

Pjotr Gargajev, biofísico e biólogo molecular Russo e seus colegas exploraram também o comportamento vibracional do DNA. (Para se breve, eu darei
somente aqui um resumo. Para uma maior investigação, queiram recorrer ao
apêndice no final deste artigo.) A linha básica era: “Cromossomos vivos
funcionam como computadores solitônico-holográficos que usam a
irradiação a Laser do DNA endógeno”.

Isto significa que eles orientaram, por exemplo, para modular determinados padrões de freqüência sobre um raio Laser e com isto influenciaram a
freqüência do DNA e assim, a própria informação genética. Desde que a
estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem (como
explicado anteriormente), é da mesma estrutura, nenhuma decodificação do
DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da
linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! A
substância do DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá
aos raios laser modulados na linguagem e até às ondas do rádio, se as
freqüências apropriadas estiverem sendo usadas. Isto explica finalmente e
cientificamente por que as afirmações, o treinamento autógeno, a
hipnose e a vontade podem ter efeitos tão fortes nos humanos e em seus
corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir à
linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples das
fibras do DNA e as inserem em outra parte, os Russos trabalharam
entusiasticamente nos artifícios que podem influenciar o metabolismo
celular através das freqüências de rádio moduladas apropriadas e das
freqüências de luz e assim reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que com este método, os cromossomos danificados por raios-X, por exemplo, podem ser reparados.
Eles até capturaram padrões de informação de um DNA particular e os
transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro
genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões da rã
em embriões da salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de
informação do DNA! Desta forma toda a informação foi transmitida sem
quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se
extrai e se reintroduz genes simples do DNA. Isto representa uma
revolução e uma sensação inacreditável e uma transformação mundial! Tudo
isto simplesmente pela aplicação da vibração e da linguagem, ao invés
do procedimento de corte arcaico! Este experimento demonstra o poder
imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior na formação
dos organismos do que nos processos bioquímicos das seqüências
alcalinas.

Os professores esotéricos e espirituais conheceram por eras que o nosso corpo é programável pela linguagem, pelas palavras e pelo pensamento.
Isto foi agora provado e explicado cientificamente. Naturalmente a
freqüência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são
igualmente bem sucedidos ou que possam fazer isto sempre com o mesmo
poder. A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e na
maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA.
Os pesquisadores Russos trabalham em um método que não depende destes
fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a freqüência
correta. Mas quanto mais desenvolvida for a consciência de um indivíduo,
menos necessidade haverá para qualquer tipo de artifício! Pode-se
conquistar estes resultados por si mesmo, e a ciência finalmente deixará
de desprezar tais idéias, confirmará e explicará os resultados.

E isto não termina aí. Os cientistas Russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim
buracos de minhoca magnetizados! Os buracos de minhoca são os
equivalentes microscópicos das assim chamadas Pontes de Einstein-Rosen
na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas).
Estes são conexões subterrâneas entre áreas totalmente diferentes no
universo através das quais a informação pode ser transmitida fora do
espaço e do tempo. O DNA atrai estas unidades de informação e as passa
para a nossa consciência. Este processo de hipercomunicação é mais
eficaz em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto
hiperativo impede que a hipercomunicação seja bem sucedida ou a
informação será totalmente distorcida e inútil. Na natureza, a
hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O
organizado fluxo de vida nos reinos dos insetos prova isto
dramaticamente.



O homem moderno conhece isto somente a um nível um pouco mais sutil, como “intuição”. Mas nós, também, podemos reconquistar o uso pleno disto. Um
exemplo da Natureza: Quando uma formiga rainha está separada
espacialmente de sua colônia, a formação ainda continua fervorosamente e
de acordo com o plano. Se a rainha for morta, entretanto, todo o
trabalho na colônia se interrompe. Nenhuma formiga sabe o que fazer.
Aparentemente, a rainha envia os “planos de formação” também por via
distante da consciência de grupo de seus assuntos. Ela poderá estar tão
afastada quanto queira, contanto que esteja viva. No homem, a
hipercomunicação é mais freqüentemente encontrada quando subitamente se
conquista o acesso à informação que está fora da base do seu
conhecimento. Tal hipercomunicação é então experienciada como inspiração
ou intuição.

O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, sonhou em uma noite que um demônio sentou-se ao lado da cama tocando o violino. Na manhã
seguinte Tartini foi capaz de anotar a peça exatamente de memória, a
qual ele chamou de Sonata do Trino do Demônio.

Durante anos, um enfermeiro de 42 anos sonhou com uma situação na qual ele estava conectado com um tipo de CD-Rom de conhecimento. O conhecimento
verificável de todos os campos imagináveis foi então transmitido a ele
que era capaz de se lembrar de tudo pela manhã. Houve tal fluxo de
informação que parecia que toda uma enciclopédia era transmitida à
noite. A maioria dos fatos eram exteriores ao seu conhecimento básico
pessoal e alcançou detalhes técnicos dos quais ele não conhecia
absolutamente nada.



Quando ocorre a hipercomunicação, pode-se observar no DNA, tanto quanto no ser humano, fenômenos especiais. Os cientistas Russos irradiaram amostras
do DNA com raio laser. Era formado na tela um padrão de onda típica.
Quando eles removeram a amostra do DNA, o padrão de onda não
desapareceu, ele permaneceu. Muitos experimentos controlados mostraram
que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia
permaneceu aparentemente por si mesmo. Este efeito é chamado agora de
efeito ilusório do DNA. Supõe-se que a energia de fora do tempo e espaço
flui ainda através dos buracos ativados depois que o DNA foi removido.

O efeito secundário encontrado muito freqüentemente na hipercomunicação também nos seres humanos são campos eletromagnéticos inexplicáveis na
adjacência das pessoas interessadas. Os aparelhos eletrônicos como CD
players e similares podem ser estimulados e parar de funcionar por
horas. Quando o campo eletromagnético se dissipa vagarosamente, os
aparelhos funcionam normalmente novamente. Muitos curadores e sensitivos
conhecem este efeito de seu trabalho. Quanto melhor for a atmosfera e a
energia, mais difícil será para o aparelho de gravação parar de
funcionar e de gravar exatamente neste momento. E o ligar e desligar
contínuo após a sessão não restaura ainda a função, mas na manhã
seguinte tudo volta ao normal. Talvez isto seja tranqüilizador para
muitos que lêem, como se isto não tivesse nada a ver com eles, sendo
tecnicamente absurdo, o que significa que eles são bons na
hipercomunicação.

Em seu livro Vernetzte Intelligenz (Transmissão de Inteligência), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os
autores também citam fontes presumindo que a humanidade tenha estado,
nos tempos primitivos, como os animais, intensamente conectada com a
consciência de grupo, agindo como um grupo. Para desenvolvermos e
experienciarmos a individualidade, nós humanos, entretanto, tínhamos que
esquecer a hipercomunicação quase que completamente. Agora que estamos
absolutamente estáveis em nossa consciência individual, podemos criar
uma nova forma de consciência de grupo, na qual chegamos a acessar toda a
informação por meio de nosso DNA, sem sermos forçados ou remotamente
controlados sobre o que fazer com esta informação. Sabemos agora que
assim como na Internet, o nosso DNA pode alimentar seus dados
apropriados para a rede, podemos instruir dados da rede e podemos
estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à
distância, telepatia ou “sensibilidade à distância” sobre o estado de
parentes, etc., pode assim ser explicada. Alguns animais sabem também à
distância quando os seus donos planejam voltar para casa. Isto pode ser
interpretado recentemente e explicado por meio de conceitos da
consciência de grupo e da hipercomunicação.



Nenhuma consciência coletiva pode ser sensivelmente usada em qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. De outro modo, reverteríamos a
um instinto de grupo primitivo que é facilmente manipulado. A
hipercomunicação no novo milênio significa algo muito diferente.

Os pesquisadores acham que se os humanos com plena individualidade reconquistassem a consciência de grupo, eles teriam um poder divino para
criar, alterar e formar coisas na Terra! (Eu estou muito satisfeito.
Finalmente as normas do Universo são cientificamente explicadas!!!) E a
humanidade está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de
grupo de novo tipo. Cinqüenta por cento das crianças de hoje serão
crianças problema assim que forem para a escola. O sistema trata a todos
globalmente e exige um ajuste. Mas a individualidade das crianças de
hoje é tão forte que elas se recusam a este ajuste e desistem de suas
idiossincrasias na maior parte dos modos diversos. Ao mesmo tempo nascem
mais e mais crianças clarividentes (vejam o livro “Crianças Índigo da
China”, por Paul Dong ou o capítulo sobre os Índigos em meu livro “Nutze
die täglichen Wunder” (Façam Uso dos Milagres Diários - Baerbel Mohr).

Algo nestas crianças está se esforçando mais e mais em direção à consciência de grupo de um novo tipo, e isto não mais será eliminado. Como regra, o
tempo, por exemplo, é mais difícil de influenciar por um simples
indivíduo. Mas ele pode ser influenciado por uma consciência de grupo
(nada de novo para algumas tribos que fazem isto em suas danças da
chuva). O tempo é fortemente influenciado pelas freqüências da
ressonância da Terra, as assim chamadas freqüências Schumann. Mas estas
mesmas freqüências são também produzidas em nossos cérebros, e quando
muitas pessoas sintonizam o seu pensamento, ou os indivíduos (os mestres
espirituais, por exemplo), focalizam os seus pensamentos de um modo
como o laser, então cientificamente falando, não é nada surpreendente
que eles possam influenciar o tempo desta maneira.

Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria das civilizações do Tipo 1. Uma humanidade que desenvolveu uma consciência
de grupo de um novo tipo não teria nem problemas ambientais nem carência
de energia. Pois se ela fosse usar o seu poder mental como uma
civilização unida, teria o controle das energias de seu planeta natal
como uma conseqüência natural. E isto inclui todas as catástrofes
naturais!!! Uma civilização teórica do Tipo 1 seria até capaz de
controlar todas as energias de sua galáxia natal. Em meu livro “Nutze
die täglichen Wunder”, eu descrevi um exemplo disto: Sempre que muitas
pessoas focalizam a sua atenção ou consciência em algo semelhante, como a
época do Natal, o campeonato mundial de futebol ou o funeral de Lady Di
na Inglaterra, então determinados geradores de números ao acaso nos
computadores começam a liberar números ordenados ao invés de números ao
acaso. Uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em todas as suas
adjacências!!!

Quando um grande número de pessoas se reúne muito intimamente, os potenciais de violência também se dissolvem. Parece também, como se aqui fosse
criado um tipo de consciência humanitária. Na Parada do Amor, por
exemplo, onde a cada ano cerca de um milhão de jovens se reúnem, nunca
houve quaisquer tumultos brutais, como eles ocorrem, por exemplo, nos
eventos esportivos. Só o nome do evento não é visto como a causa aqui. O
resultado de uma análise indicou que o número de pessoas era MUITO
GRANDE para permitir uma indicação para a violência.

Retornando ao DNA: Aparentemente ele é também um supercondutor que pode funcionar na temperatura normal do corpo. Os supercondutores artificiais requerem
extremamente temperaturas abaixo entre 200 e 140° C para funcionar. Como
recentemente se aprendeu, todos os supercondutores são capazes de
armazenar luz e assim, informação. Esta é uma informação adicional de
como o DNA pode armazenar informação. Há um outro fenômeno ligado ao DNA
e aos buracos. Normalmente estes buracos mínimos são intensamente
instáveis e são mantidos somente por frações mínimas de um segundo. Sob
certas condições (leiam sobre isto no livro citado de Fosar/Bludorf),
buracos estáveis podem se organizar, os quais formam então domínios
distintos do vácuo, nos quais, por exemplo, a gravidade pode se
transformar
em eletricidade. Os domínios do vácuo são bolas com brilho próprio de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis de
energia. Há regiões na Rússia onde tais bolas brilhantes aparecem muito
freqüentemente. Seguindo a confusão resultante, os Russos começaram os
programas maciços de pesquisa, que conduziram finalmente a algumas das
descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas conhecem os domínios do
vácuo, como estrelas brilhantes no céu. Com o olhar atento nelas eles
imaginam e se perguntam o que elas poderiam ser. Eu pensei uma vez:
“Olá, aí
em cima. Se acontecer de vocês serem discos voadores, voem em um triângulo”.E subitamente, as bolas de luz se moveram em um
triângulo. Oh, elas se projetaram pelo céu como discos de hóquei sobre o
gelo. Isto foi feito simploriamente e eu tenho, como muitos outros,
também, pensado neles como discos voadores. Amistosos, aparentemente, já
que eles voaram em triângulos apenas para me agradar.

Agora os Russos acharam nas regiões, onde os domínios do vácuo aparecem freqüentemente e que algumas vezes voam como bolas de luz do chão para o
céu acima, que estas bolas podem ser guiadas pelo pensamento.
Descobriu-se desde então, que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa
freqüência enquanto eles são também produzidos em nossos cérebros. E
devido a esta similaridade de ondas, eles são capazes de reagir aos
nossos pensamentos. Entrar ansiosamente em um que esteja ao nível do
solo poderia não ser uma grande idéia, porque estas bolas de luz podem
conter energias imensas e serem capazes de produzir mutações em nossos
genes. Elas podem, e não necessariamente têm que, tem que se dizer. Pois
muitos professores espirituais produzem também tais bolas ou colunas de
luz visíveis na meditação profunda ou durante o trabalho de energia que
estimulam decididamente sentimentos agradáveis e não causam qualquer
prejuízo. Aparentemente isto depende também de algum comando interno e
da qualidade e da origem do domínio do vácuo. Há alguns professores
espirituais (o jovem inglês Ananda, por exemplo), com quem nada é visto
primeiro, mas quando se tenta tirar uma fotografia enquanto ele se
senta, fala ou medita na hipercomunicação, se consegue somente uma foto
de uma névoa branca em uma cadeira. Em alguns projetos de cura na Terra,
tais efeitos de luz aparecem também nas fotografias. Simplesmente
exposto, estes fenômenos têm a ver com as forças da gravidade e da
antigravidade que estão também exatamente descritas no livro, e com os
sempre estáveis buracos e a hipercomunicação, e assim com as energias
fora de nossa estrutura de tempo e espaço.

As gerações anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e com os domínios visíveis do vácuo estavam convencidas
de que um anjo tinha aparecido diante delas. E não podemos estar muito
seguros a que formas de consciência nós podemos conseguir o acesso
quando usamos a hipercomunicação.

Não ter provas científicas para a sua verdadeira existência (as pessoas que têm tido tais experiências, NÂO são todas que sofrem de alucinações),
não significa que não haja uma base metafísica para isto. Nós temos
simplesmente dado outro passo gigantesco em direção à compreensão de
nossa realidade. A ciência oficial também conhece as anomalias da
gravidade na Terra (que contribuem para a formação dos domínios do
vácuo), mas somente daqueles abaixo de um por cento. Mas recentemente as
anomalias da gravidade foram encontradas entre três a quatro por cento.
Um destes lugares é Rocca di Papa, sul de Roma (local exato no livro
Vernetzte Intelligenz mais vários outros). Objetos redondos de todos os
tipos, desde bolas até ônibus lotados rolam em direção acima. Mas o
alcance em Rocca di Papa é um tanto pequeno, e se opondo abertamente a
isto os céticos lógicos ainda escapam para a teoria da ilusão ótica (a
qual não pode ser, por causa das várias características do local).



Todas as informações são do livro “Vernetzte Intelligenz” von Grazyna Fosar und Franz Bludorf ISBN 3930243237, resumidos e comentados aqui por
Baerbel Mohr.



O livro infelizmente somente está disponível em Alemão até agora.

Podem se conectar com os autores aqui:

mail@fosar-bludorf.com http://www.fosar-bludorf.com ; Leia também A Grade e o DNA – KryonTradução: Regina Drumond reginamadrumond@yahoo.com.br Revisão: Silvia Tognato Magini silvia.tm@uol.com.br Fonte: http://www.novasenergias.net/artigos/baerbelmohr1 ;
Comentário de Doreli Sala em 3 outubro 2010 às 14:25
Obrigada por mais este convite!
TEnho muito a aprender.
Namastê!
 

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