Exercitando a Liberdade


Escolha um lugar tranquilo, sem barulhos.

Sente-se ou deite-se confortavelmente, respirando fundo e lentamente.

Feche os olhos e se pergunte: “Tem algum lugar a que estou presa? Um lugar em que fiquei – e ainda estou – envolvida com a energia?”

Veja que lugar aparece na sua mente. Agora solte-o. O que é de lá que fique lá.

Diga para si: “O mundo não tem força sobre mim. Sou dona de mim e não vou me influenciar por nada ou por ambiente algum. Eu ajo da maneira que eu quero”.

Agora pergunte-se a que fato do passado está presa. Veja as pessoas envolvidas. Esse é um acontecimento mal resolvido: se seu corpo o está trazendo à tona é porque não foi assimilado nem aceito. Quando não aceitamos um fato, ficamos presos a ele e às pessoas. Só que tudo isso já foi, né?

Ficar presa ao passado é criar um gancho que não a deixa ir pra frente.

Assim acontece com as mágoas.

Quando você tem mágoa de uma pessoa, fica presa a ela numa ligação obsessiva e dolorosa.

Continue respirando fundo e pense agora que já pode libertar-se, que não precisa mais disso, que já é capaz de compreender e perdoar, a si e aos demais!

Lembre-se sempre que nós é quem atraímos as experiências de nossas vidas, através de nossos pensamentos e emoções, para que possamos aprender e evoluir a partir delas. Por isso, nunca somos vítimas de nada.

Aceite os fatos e diga a si mesma:

“Eu fui o que fui e o que deu para ser. Me absolvo de qualquer culpa. E as pessoas? Também fizeram o que acharam ser o certo, ou o que tiveram capacidade emocional de fazer, e por isso as absolvo. Aceito as complicações da vida sem me conflitar com elas. Procuro recebê-las com inteligência, não com teimosia, arrogância, brigas. Me desapego e deixo as mágoas para trás. Deixo o passado passar. Para me sentir limpa e leve. Porque só existe o agora!”.

Agora solte os ouvidos e pense:

“Eu permito que vá embora tudo o que ouvi. Cada um é livre para ter a sua opinião. E eu não dou valor àquilo que os outros falam. Ninguém é um obstáculo para mim. O do outro é direito do outro. O que me interessa é o que eu penso, falo, o que é meu. O importante é a serenidade”.

Entregue-se a essas palavras, que são como remédio: têm efeito poderoso. E sua energia agora se transforma, purifica, desmancha nós energéticos que você inconscientemente fez há anos.

Serenidade é acreditar que as coisas podem ser feitas pelo caminho da paz, sem guerra, sem luta, só na confiança e na fé de que a vida está sempre certa e sabe o que é melhor para nós. Usando nossa sabedoria interna.

Por: Luiz Gasparetto

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Respostas a este tópico

que imagem refrescante. Obrigada por tudo.

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