Mens Sana in Corpore Sano (Mente Sã em Corpo São)

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Mens Sana in Corpore Sano (Mente Sã em Corpo São)

"Mente sã em corpo são" - Grupo destinado às atividades que integram e harmonizam corpo, mente e alma (Tai-Chi, Yôga, Tantra, Pranayamas, Dança, Ritos Tibetanos, práticas taoístas, artes marciais ...).

Site: http://portalarcoiris.ning.com
Local: Portal Arco Íris - Rio de Janeiro-RJ
Membros: 489
Última atividade: domingo

Mens Sana in Corpore Sano


Embora o contexto em que a expressão "Mens Sana in Corpore Sano" foi criada difira muito dos tempos atuais, essa máxima é e sempre será uma expressão perfeita de toda existência.

A mente é a ponte entre o corpo e a alma, coisas que muitos tentam dissociar na senda do caminho espiritual. Em tempos em que se fala de evolução planetária, a ascensão deve ser buscada ainda no plano da 3D, emanando como células do planeta que somos vibrações de harmonia, equilíbrio, paz, amor e luz. O respeito pela criação começa pelo respeito ao veículo físico que nos foi dado, nosso templo pessoal. Através dele experienciamos um mundo de sensações, manifestamos sentimentos, interagimos com o ambiente que nos cerca, aprendemos, ensinamos e evoluímos - alimentamos o espírito, enriquecemos nossas experiências. Não é a toa q as filosofias e religiões antigas, principalmente as orientais, associem tão diretamente movimentos, posturas, respiração, estímulos pontuais como fonte de equilíbrio do ser.

Nós, cada um de nós, existe no aqui e agora, de corpo e alma. Não ignore isso; aproveite, seja, aceite e acima de tudo, respeite quem você é ! Viva plenamente sua existência! De corpo, mente e alma, Seja Feliz !


Namastê !

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Comentário de Sergio Gubes em 28 novembro 2010 às 20:12
Iluminada Fátima, agradeço a gentileza ! Namasté! Sérgio
Comentário de AlessandraSanan em 13 novembro 2010 às 11:22
Comentário de Ana Laura Fonseca em 9 novembro 2010 às 1:00
Mens sana in corpore sano et belo ,pois com as duas primeiras distinções,a beleza interior aparece exteriormente com candura e solicitude em todos os movimentos do corpo:andar,sorrir ,falar e noutras exteriorizações impelidas pelo corpo são e mente sã.
Comentário de Dione Cavalli em 9 novembro 2010 às 0:10
Obrigado pela postagem..bastante inteligente!!!
Mente e corpo são dois lados da mesma moeda, andam juntos e dependem do bom funcionamento de cada um para trabalhar de forma mais eficiente e eficaz, desta forma identifiquemos nossos comportamentos geradores e facilitadores de estresse e trabalhemos em nossas respostas para que se modifiquem e resultem em uma melhor atitude e postura diante da vida. Afinal, isto é o que todos nós queremos, uma vida equilibrada e plena de bem-estar.
Postado por Dr. Ronald Mello às 14:49
Comentário de AlessandraSanan em 18 agosto 2010 às 10:40
Saudações de Amor e Luz !

Vejam que mensagem interessante e inspiradora :

http://portalarcoiris.ning.com/group/civilizaopleidiana/forum/topic...

Namastê !
Comentário de Bernardino Nilton do Nascimento em 9 agosto 2010 às 22:30
AOS ENFERMOS
Para escrever este artigo fiz uma viagem no tempo: estive doente e, depois de curado, continuei com as visitas ao hospital. Para aqueles que desejam ser mais humanos e cultivam sua força, as poupam e disciplinam-se a respeitarem a si mesmos e às fontes de energia ocultas no seu interior.

O poder é um cultivo dos que estão com saúde. Mas, o que fazer dos doentes, dos enfermos, daqueles a quem o destino obscuro e doloroso condenou, mesmo que de forma passageira?

Foi precisamente por muito olhar nessa noite que vim a descobrir clarões que vou testemunhar. Se este artigo cair em mãos pálidas, debaixo de olhos que choraram muito, eu me sentirei feliz se forem compreendidas e derramarem alguma luz.

A minha convicção é que nos enfermos há uma fonte de energia muito mais apurada do que muitos que estão saudáveis. E quando todas as outras fontes secassem esta não cessaria de correr, bem como a fonte das lágrimas. Diria aos abatidos pela incapacidade momentânea que eles exercem uma função do mais alto valor e que sua fraqueza é uma força de que os fortes carecem. Isso já lhes seria algum alívio.
Observemos primeiramente que aquele a quem uma enfermidade grave exclui da ação social comum não está, por isso, excluído da humanidade. Ao contrário, é reconduzido com mais energia na base comum a todos. Seu sofrer assemelha-se a um momento comum. A vida ativa classifica os seres segundo os interesses, os partidos, as categorias sociais. O sentimento de solidariedade entre eles supera em muito aos que gozam da boa saúde.

Preocupações secundárias tornam-se a coisa principal. Antes de se sentirem seres vivos, sentem-se ricos ou pobres, operários ou patrões, políticos ou cardeais, materialistas ou espiritualistas. Uma grande prova, tal como a enfermidade, varre todos esses acidentes da superfície e nivela as condições. Para nos revelar que somos irmãos, a comunhão dos enfermos é mais forte do que qualquer outra. No seio de suas aflições cotidianas, percebem que seu senso de justiça se acentua e que se julgam mais acima do que todos os outros que nada têm com que se preocupar. Nem por isso deixam de ter uma obra a executar, se não cultivarem em torno de si o sentimento de escravidão que o leito impõe por retê-los de certo modo. A dor constrói pontes sobre os abismos que nenhuma indústria, nenhuma boa vontade jamais consegue transpor. Infelizes que se encontram nas mesmas condições de fraqueza e de dependência são levados uns para os outros por um movimento invencível à sua situação: um nascido de pais ricos, outro de pais miseráveis, um culto, outro analfabeto, o que os une? O mal comum é mais forte do que aquilo que os separa.

Ora... sempre há por toda a parte uma grande descoberta a fazer: o que une os seres humanos é mais importante do que aquilo que os separa; nós somos unidos pelo que temos de íntimo, separados pelo que temos de superficial. Aquele que faz essa descoberta fica de posse de uma energia e torna-se uma pessoa de extrema admiração para com os outros. Nenhuma pessoa, seja qual for sua função social, pode ter uma tarefa mais útil a desempenhar do que aquele que nos chama à ordem com fazer-nos lembrar nossa humanidade. O enfermo pode fazê-lo melhor do que outros; primeiro porque ele é um exemplo vivo do que prega e, em seguida, porque toda verdade ganha em ser proclamada por instrumentos frágeis, quando possível.

Quase todo mundo já ouviu de um enfermo algumas sábias palavras como exemplo de vida. É que nos enfermos surge a energia dos que sofrem que se manifesta mais claro. A moral utilitária, a aceitação científica da luta pela existência, do extermínio fatal do fraco, tudo isso pode, em certos dias, justificar-se perante a lógica. Mas para confundir todas essas teorias basta a simples presença de um enfermo. Porque tudo muda, a sua fraqueza o protege e essa fraqueza tem uma energia oculta; o que quer que seja é uma linda luz, uma energia que alcança grandes vitórias todos os dias ao redor dos que possuem algum tipo de doença. O enfermo é, pois, um dos seres pelos quais se revela a dor à existência de qualquer coisa misteriosa, mais temível que todas as violências. Sagrado por seu infortúnio foi Ele quem inspirou estas palavras, que nunca se repetiriam demasiadamente: “O que fizeres a um enfermo, a mim o fizeste”.

O enfermo tem uma função especial a cumprir junto à sociedade. A saúde, com efeito, constitui uma doença que produziria, com o correr do tempo, a incapacidade de suportar a dor. A impaciência e o abatimento rápido de uma pessoa vigorosa em face da doença são conhecidos. Podemos censurá-las? Soletram o alfabeto de uma língua conhecida dos que choram de dor. De fato, os enfermos passam a possuir um grande ensinamento! A pessoa mais forte pode ter necessidade de um enfermo que o guie no estreito caminho da felicidade, porque ele se acha habituado a caminhar nas ruas das dores e da angústia. Porque será que esses enfermos não somente sofrem, mas aceitam os sofrimentos e aprendem a compaixão nesta escola da vida? Eles nos consolam, nos dizem palavras que só eles sabem dizer, esquecendo seus grandes males para se ocuparem apenas dos nossos que são menores. Nada no mundo alivia como isso.

Quando se trata de valor é impossível esquecer os que deram e dão constantemente provas de um
valor quase sobre-humano e cuja longa e paciente resistência gasta a própria dor. É conveniente olhar para esse lado. Aí se descobrem realidades com que nossos cálculos e combinações não contam. Acabamos ficando pensativos diante dessa fraqueza que fortifica, dessa pobreza que enriquece; sua alma abre-se aos poucos à velha e santa verdade da qual a cruz é o eterno símbolo. É na dor que está a salvação do mundo?

De onde aparecem os que mais amor prestam à humanidade, será que são imunes das enfermidades? A história não fala isso. O mundo que pintamos é um mundo enfezado. É equilibrado pelos enfermos, pelos que vegetam e sofrem; eles oram com lágrimas do coração.

BNN
Comentário de Fatima dos Anjos em 4 julho 2010 às 20:20
Comentário de Fatima dos Anjos em 4 julho 2010 às 20:17
Comentário de Fatima dos Anjos em 4 julho 2010 às 20:16
Comentário de Fatima dos Anjos em 4 julho 2010 às 3:08
 

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