Considerei esta mensagem muito importante e esclarecedora. Conhecendo as diferenças, podemos compreender e deixamos a angústia de crer que o ego é nosso inimigo. Não, ele não é nosso inimigo: tem uma forte função de sobrevivência e, por isso mesmo, há muita atividade nele. Ele tenta ver, perceber com clareza, porém, na maior parte das vezes, há ilusões e distorções perceptuais.  Então, reflitam com muito amor sobre as palavras de Ma Ananda Moyi, a qual só posso ser infinitamente grata!

Verônica D'amore

MA ANANDA MOYI - 31 de outubro de 2012 - Autres Dimensions 

Eu sou MA ANANDA MOYI.

Vivamos um tempo na Comunhão e na Graça do Amor.

 

... Partilhar da Doação da Graça...

 

Minha vinda, entre vocês, inscreve-se, esta noite, no âmbito da Vibração que eu porto, como Estrela AL, e como Oficiante do Manto Azul da Graça.

 

Eu não farei grandes discursos, mas vou, através da Vibração de AL e da Vibração da Graça, dar-lhes certo número de frases.

Essas frases vão corresponder, muito precisamente, a isso: o ego será sempre uma questão.

A resposta, ela está, sempre, ao nível do Ser.

Através de cada enunciado, a Luz Vibral de AL e do Manto Azul da Graça estará eficiente e ativo, em vocês.

 

O ego inscreve-se, sempre, no fazer.

O Ser é a única coisa que se acompanha do exato oposto: nada fazer.

O ego é inscrito, permanentemente, na ação e na reação, assim como na adaptação.

O Ser é a Graça personificada, para além da pessoa.

O ego é resistência.

O Ser é facilidade.

O ego tem necessidade de ver.

O Ser é bem além de tudo ver.

O ego é, sempre, um movimento.

O Ser é um não movimento.

 

Viver concerne ao ego como ao Ser.

A vida do ego tem, sempre, necessidade de justificações e de explicações.

A vida do Ser é evidência e Silêncio.

O ego inscreverá, sempre, sua ação em uma sequência lógica, na qual o ponto de referência é, sempre, ele mesmo.

O Ser passa de toda referência e o ponto de vista é, indiferentemente, não importa qual ponto de vista, sem diferença alguma.

 

Do ego ao Ser, existe apenas a distância que é concebida pelo próprio ego.

Do Ser ao ego, há coincidência e Alegria.

 

O ego dependerá, sempre, de algo mais.

O Ser de nada mais depende que não do que ele É.

 

O ego age e faz, no mundo das aparências e das causas.

O Ser não age, mas Irradia, porque essa é sua Natureza.

 

O ego é alimentado pela experiência.

O Ser é alimentado pela Essência.

 

Nenhuma experiência leva à Essência.

A Essência põe fim a toda experiência.

Descobrir o Ser é não mais ser afetado por qualquer circunstância, por qualquer evento.

 

O ego é ausência de Paz.

O Ser é Paz.

Nos tempos e instantes nos quais o Ser coletivo aparece, o ego desaparece, mesmo se ele não o deseja.

O Ser, para além da resposta, para além de qualquer evidência, é satisfação, Alegria e Plenitude.

 

O ego é inquietação.

O Ser é segurança.

 

O ego passa e falece.

O Ser é estabilidade.

 

O ego crê controlar e dirigir.

O Ser nada dirige, nada controla, mas deixa o que ele É, Ser, por si mesmo e dele mesmo.

 

O ego ama por convicção ou interesse.

O Ser não tem que amar, uma vez que essa é sua Natureza, sua Essência e sua única justificação.

 

O ego dá o sentido de uma identidade e da propriedade.

O Ser não pode ser limitado a uma identidade ou a uma propriedade.

 

O ego recusa o efêmero, enquanto ele o é.

O Ser observa o efêmero passar e em nada é concernido.

 

No momento em que o Fogo que queima do Amor vem colocar-lhes a questão do ego ou do Ser, ninguém poderá ignorar as duas respostas possíveis: a recusa ou a aceitação.

 

O ego não pode pensar em desaparecer.

O Ser não é concernido, nem pelo aparecimento, nem pelo desaparecimento.

 

O ego toma-os pelo ventre ou pela cabeça

O Ser toma-os pelo Coração e pelo Centro e torna-os Livres.

 

O ego é ignorância do Ser.

O Ser conhece, à perfeição, o ego.

 

O ego é uma máscara que se adapta ao ambiente.

O Ser é Permanência, qualquer que seja o ambiente.

 

O ego é atraído pelo conhecimento, vivido como apropriação.

O Ser É o Conhecimento, independente de qualquer saber.

 

O ego vive-se por contraste e comparação.

O Ser vive-se por Amor, sem condição e sem limite.

 

A única escolha é essa: Ser ou ego, dar ou tomar, dar-se a si mesmo ou tomar-se pelo Si.

 

O ego permanece um sorriso circunstancial.

O Ser é um sorriso permanente do Coração, que não tem necessidade da aparência do rosto.

 

O ego exprimirá, sempre, a resistência à evidência.

O Ser exprimirá, sempre, a Alegria do Abandono.

 

O ego defenderá, sempre, seu próprio ponto de vista.

O Ser nada tem a defender, porque sua Presença é sua própria defesa.

 

O ego terá, sempre, sede.

O Ser é saciado, ele jamais terá sede.

 

O ego é mudança.

O Ser é fixo.

 

O ego não poderá, jamais, viver um Instante Presente.

O Ser nada mais conhece que não o Instante Presente.

 

O ego procura, sempre, mostrar-se e demonstrar.

O Ser nada tem a mostrar, apenas Ser.

 

O ego não conhecerá, jamais, a Vibração do Amor.

O Ser é a Vibração do Amor.

 

O ego manifestará, sempre, uma densidade exagerada.

O Ser não conhece a densidade.

 

O ego é afetado.

O Ser não pode ser afetado.

 

O ego procurará, sempre, um ponto de comparação, uma escala de medida.

O Ser não compara, jamais, nada, e nada tem a medir porque o Amor não se mede.

 

O ego serve-se do olho, físico ou sutil.

O Ser não tem necessidade de qualquer olho para ver.

 

O ego vendo, verá, sempre, o que é bem e o que é mal.

O Ser não pode ver o bem e o mal, porque ambos pertencem ao ego.

 

O ego tem necessidade de ser satisfeito.

O Ser é a satisfação.

 

O ego quererá, sempre, ter razão, mesmo reconhecendo seus defeitos.

O Ser não se importa em ter razão ou defeito, porque ter razão ou defeito exprime-se apenas no ego.

 

O ego é a marca deixada pela ausência de Amor, percebida e vivida.

O Ser não pode conhecer um amor exterior.

 

O ego é submisso aos riscos do tempo, dos pensamentos e das emoções, das lembranças.

O Ser é liberado de toda causalidade.

 

Até o presente, o ego e o Ser eram colocados em paralelo, eram justapostos.

Em algumas horas de seu tempo, o Ser e o ego não poderão mais ser justapostos, a consciência estará no ego ou naquela do Ser.

 

O ego é, sempre, ligado aos sentidos e ao sentimento de uma história e de crer ser uma pessoa.

O Ser não concerne ao que vocês são, pessoalmente, mas ao que vocês São, em Verdade, e comumente.

 

Abrir-se ao ego, é abrir-se à alternância, aos altos e aos baixos.

Abrir-se ao Ser, é não mais viver alternâncias: estar, ao mesmo tempo, no alto e embaixo, como nem no alto, nem embaixo.

 

O ego conhece apenas o prazer efêmero, que ele conquista por lutas.

O Ser conhece apenas a Alegria Eterna, que não resulta de qualquer luta.

 

Até o presente e antes desse tempo, o ego podia tomar-se pelo Ser, mas o Ser não pode, jamais, tomar-se pelo ego.

 

Doravante, o ego verá o Ser face a face e na distância para, claramente, identificar-se a si mesmo no sentido de uma identidade ou no sentido de uma perenidade.

 

O ego crê-se sem fim e faz tudo para evitar o fim.

O Ser sabe-se sem fim e, portanto, nada procura.

 

O ego serve-se, sempre, da projeção.

O Ser não conhece qualquer projeção.

 

Doravante, o ego verá o Ser, como o Ser verá o ego, em cada um, como por toda parte, de maneira íntima, como de maneira desvendada.

 

Ver, além dos olhos e de toda visão, o que vocês São ou ao que vocês se inclinam, pelo Abandono ou pela resistência, põe-nos no face a face, bem além do simples jogo da sombra e da Luz, porque o Ser sabe que nenhuma sombra pode ser tangível na Luz.

 

Só, o ego vê as zonas de sombra e quer ali aportar sua própria solução.

O Ser deixará a sombra resolver-se por si mesma, pela ação do Ser que nada faz, pela ação da própria Luz.

 

O ego crê-se Luz e reivindica-a.

O Ser É Luz e nada tem a reivindicar ou a mostrar.

 

O ego fará, sempre, tudo para evitar ter que se ver.

O Ser nada tem a ver, como nada a demonstrar, porque ele É.

 

O ego não É, mas ele crê sê-lo.

O Ser É, sem crer, sem vê-lo, mas pela proximidade e imediaticidade.

E, sobretudo, o testemunho do ego é o jogo daquele que age.

O testemunho do Ser é a Paz Suprema.

 

O ego cultivará, sempre, o antagonismo e a suposição.

O Ser nada cultiva, porque ele é Evidência e Permanência.

 

A diferença entre o ego e o Ser tem-se, simplesmente, no que a alma dá a tocar: ou a alma tem sede de matéria, ou a alma tem sede de Luz.

A sede de matéria é um desejo sem fim, uma busca desenfreada.

O Ser é estranho a tudo isso.

 

Assim, nesse tempo, o ego conhece e conhecerá a agitação.

O Ser conhece e conhecerá a pacificação.

 

A alma, que recebe a Luz, pode queimar e desaparecer ou resistir, para reforçar o ego.

 

O tempo é o tempo do Ser porque a Luz é oficiante, porque a Luz Real (não aquela que é visível aos olhos, mas aquela que ilumina a consciência) surge.

 

O ego pretende procurar a Luz.

O Ser nada pretende, ele É a Luz.

 

As condições da Terra chamam-na a Liberar seu Ser profundo e real.

Vocês que estão sobre a Terra, ela os chama, do mesmo modo, para deixar persistir o ego ou para deixar aparecer o Ser.

Quer o Ser viva o Si e a Unidade ou o Absoluto, é a mesma Alegria, a mesma Paz.

 

O ego não pode pretender essa Paz e essa Alegria.

O ego conhece, sempre, uma frustração ou outra.

O Ser é estranho a toda frustração.

 

O ego é vazio e crê-se pleno.

O Ser é pleno, mas sabe-se vazio para esse Mundo.

 

Minhas proposições desta noite encontrarão ressonância e eco, ou não, de acordo com o lugar de onde vocês me escutaram ou de onde vocês me escutarão.

 

O Ser reconhece o sentido, para além do sentido das palavras.

O ego pode apenas tentar rejeitar ou discutir.

A Vibração da alma é um Fogo.

Esse Fogo pode alimentar a matéria ou alimentar a Luz.

Alimentar a Luz, transmuta a matéria.

Alimentar a matéria, não cria qualquer transmutação.

Uma e outra, matéria e Luz, foram misturadas.

 

A alma que recebe a Luz tem por objeto desmisturar e dar a viver e a ver o ego e o Ser, para que a um dado momento, nenhum habitante da Terra poderá esconder-se por trás do ego, afirmando que não sabia.

O que se tornou consciente, de uma maneira ou de outra, não pode mais ser ignorado, nem desviado.

 

Vão além dos sentidos de minhas palavras e impregnem sua alma dessas palavras.

E se vocês são capazes disso, deixem essas palavras agir, em vocês, além de seu sentido e significado, realmente, na Radiação e na Vibrância que eu lhes aportei.

 

Irmãos e Irmãs, Sementes de Estrelas, nada pode manchar a autenticidade do Ser, só o ego acreditou nisso, mas não sejam culpados.

O ego será, sempre, culpado.

O Ser é Libertado.

O tempo que vem e que acelera é aquele da Maturidade, da Liberdade, da Verdade.

 

Eu sou MA ANANDA MOYI.

Pela Vibração de AL, eu saúdo, em vocês, o Ser.

Na Alegria do Amor, eu lhes digo, portanto, até uma próxima vez.

Permitam-me depositar, sobre seus ombros, o Manto Azul da Graça.

 

... Partilhar da Doação da Graça...

 

Até breve.

 

Mensagem de MA ANANDA MOYI no site francês:

http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1670

31 de outubro de 2012 (Publicado em 1º de novembro de 2012)

Tradução para o português: Célia G.

via: http://leiturasdaluz.blogspot.com.br/

Exibições: 466

Respostas a este tópico

Grata pela expressão tão clara e evidente de como nosso ego nos envolve para dificultar o acesso à nossa Essência e consequentemente anula o SER na nossa Alegria existencial e Amor Incondicional. Só esta consciência nos pode levar a alcançar Bem-estar subjectivo e viver em Paz connosco, com o Outro e o Mundo.

Amo e agradeço de corpo e alma esta mensagem!

Grata, Grata, Grata! 

Lourdes

PRECISAMOS  ELIMINAR  OS  EGOS  PARA  QUE  DEUS  ENTRE  EM  NOSSAS  VIDAS!

Precisamos estar atentos para as ciladas do EGO.

RSS

© 2018   Criado por Fatima dos Anjos.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço