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Sagrado Feminino

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Saudações de Muito Amor, Vida e Luz !

Grupo destinado a homenagear o sagrado feminino e todas as suas formas de manifestação e aspectos conhecidos, desde o que habita em cada um de nós, homens e mulheres, até a própria manifestação da criação ; do aspecto mais material ao mais sutil, da Natureza que nos cerca, a Avatares, Mestras, Deusas, Musas, Consciências manifestadas nas mais diversas culturas e religiões, em todas as épocas e principalmente, agora. Salve a Bem Amada e Poderosa Presença de Cada uma Delas em Nossa Existência !
Salve Gaya, Kwan Yin, Mãe Maria, Maria Madalena, Inanna, Vênus, Isis, Diana, Maia, Nada, Astrea, ... Salve Eu e Você !


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Comentário de Hélio Barros Corrêa em 15 março 2009 às 19:39
Obrigado pelo convite. Quero aprender muito com você. Fique na Luz.
Comentário de Fatima dos Anjos em 14 março 2009 às 19:26

O Retorno das Deusas
por Rosane Volpatto
Como "deusa" é caracterizado um tipo complexo de personalidade feminina que reconhecemos intuitivamente em nós, nas mulheres a nossa volta e também nas imagens e ícones que estão em toda a nossa cultura. Segundo a teoria junquiana, as deusas são arquétipos, fontes derradeiras de padrões emocionais que fluem de nossos pensamentos, sentimentos, instintos e comportamentos, caracterizados e tipificados como puramente "femininos". Tudo que realizamos e gostamos, toda a paixão, desejo e sexualidade, tudo que nos impele à coesão social e à proximidade humana, assim como todos os impulsos, tipo absorver, reproduzir e destruir, são associados ao arquétipo universal feminino. Tais conceitos nos foram deixados como herança pelos gregos e todas as culturas antigas, que percebiam estas energias não como abstrações destituídas de alma, mas sim como forças espiritualmente vitais. Quando tais forças se manifestavam num certo comportamento ou experiência, o denominavam de "compulsão de deuses e deusas".
Quando o amor e a paixão aflorava auxiliado pela convulsão hormonal, os antigos se reportavam a história da bela Afrodite que transtornava o estado de espírito, o sono, os sonhos e a sanidade mental do apaixonado.
Na Grécia, as mulheres percebiam que uma vocação ou profissão as colocava sob o domínio de uma determinada deusa a elas veneravam. No íntimo das mulheres contemporâneas as deusas existem como arquétipos e podem cobrar seus direitos e reivindicar domínio sobre suas súditas. Mesmo sem saber a qual deusa está submissa, a mulher ainda assim deve dar sua submissão a um arquétipo determinado por uma época de sua vida ou por toda a existência. Jung chama o arquétipo das deusas de "Transformadoras", porque tendem a surgir em momentos de mudança em nossa vida, como na adolescência, casamento, morte de um ente querido, modificando totalmente nossos sentimentos, percepções e comportamentos. Uma vez que a mulher se torne consciente das forças que a influenciam, adquire total poder sobre este conhecimento. As deusas embora invisíveis, são poderosas e modelam e influenciam o comportamento e emoções. Quanto mais uma mulher souber sobre suas deusas dominantes, mais centrada ela se tornará, tendo o perfeito domínio sobre seus instintos, habilidades e possibilidades de encontrar um significado especial através das escolhas que fará.

Os padrões de deusa também afetam o relacionamento com os homens. Diga-me qual homem que escolhestes que te direi as deusas que moram dentro de ti. Realmente esta escolha ajuda e elucidar afinidades e dificuldades pelas quais passa a mulher que o escolheu.
Temos que ter em mente que, toda mulher tem dons concedidos pelas deusas, mas ela deve aprender a descobri-los e aceitá-los com gratidão. Mas toda mulher também tem deficiências concedidas pelas deusas que deve reconhecer e superar para que possa trilhar o caminho do auto-conhecimento e realização.
Os homens também são influenciados pelas várias deusas, pois estas certamente espelham as energias femininas na psique masculina, embora, via de regra, os homens vivenciam-nas como exteriores a si próprios, ou seja, através das mulheres pelas quais são atraídos ou pelas quais se sentem fortemente provocados. Descomplicando, os homens vivenciam as deusas projetando-as nas mulheres de sua vida e nas imagens específicas da mídia que lhes causem deleite ou aversão. Uma melhor compreensão sobre as deusas, fará com que este mesmo homem compreenda o porque de sua atração por certas mulheres e o fracasso com outras, permitindo então, que ele comece a fazer as escolhas certas.
Muito embora as culturas guerreiras tenham dominado vasto período do história, o culto à Deusa Mãe sobreviveu e floresceu até a época dos romanos. Esta Grande Deusa era venerada como progenitora e destruidora da vida, responsável pela fertilidade e destrutibilidade da natureza. E, ainda hoje, Ela é percebida como um arquétipo no inconsciente coletivo.
As deusas diferem uma da outra. Cada uma delas têm traços positivos e outros negativos. Seus mitos mostram o que é importante para elas e expressam por metáfora o que uma mulher que se assemelha a elas deve fazer. Todas estão presentes no interior de cada mulher. Quando diversas deusas disputam o domínio sobre a psique de uma mulher, esta precisa decidir que aspecto de si própria expressar e quando expressá-lo.
Infelizmente o triunfo dos tempos modernos tornou-se o triunfo do cristianismo e de um Deus Pai Único e Supremo. Os cultos à Grande Deusa Mãe foi se tornando disperso, suprimido e distorcido. A maioria das civilizações atuais, tornaram-se filhas de uma família divorciada. Agora vivem apenas o Pai e estão proibidas de mencionar o nome da Mãe ou de qualquer lembrança sutil daquelas épocas alegres e amorosas em que se vivia em seus braços e na segurança de seu caloroso colo. Tendo apenas o Pai para nos orientar, nós, a despeito de seu amor, tornamo-nos endurecidos, implacavelmente heróicos e severamente puritanos ao tentar esquecer a segurança perdida e a confiança sensual na terra que outrora a Mãe nos proporcionava.
Nos quatros cantos do mundo, porém mais proeminente nos países ocidentais, estamos testemunhando um discreto redespertar do feminino, uma sublevação profunda no âmago da consciência das mulheres. Muitos homens temem e contestam este processo, outros entretanto sentem-se desafiados e estimulados. Observadores mais radicais denominaram este movimento como o "Retorno da Deusa", porque ele parece sugerir a própria antítese da sociedade patriarcal.
É urgente que compreendamos a natureza e a condição dos arquétipos femininos que estão despontando do inconsciente coletivo da nossa cultura. Os sonhos e as experiências interiores de homens e mulheres, temas tratados por romancistas e pela mídia do mundo inteiro, ressaltam imagens ao mesmo tempo antigas (mitológicas), mas radicalmente novas do feminino que vão chegando à consciência. Estas formas estão fermentando dentro de nós, sendo capazes de transformar os modos mais fundamentais de pensarmos sobre nós mesmos. Essas poderosas forças interiores e as imagens e mudanças que provocam são denominadas "DEUSAS".
Comentário de Paulo Fernando em 12 março 2009 às 23:20



Na fase matriarcal, essa energia do feminino era representada pela imagem das deusas que se encontravam diretamente ligadas à terra, à fertilidade e à energia que gerava a vida sendo que as deusas da lua eram também as deusas da terra, as representantes do poder Yin, que na China é tanto a terra como a lua, o poder fecundante do feminino.

Deus criou duas luzes. As duas luzes ascenderam juntas com a mesma dignidade. A Lua porém não estava à vontade com o sol e na verdade, cada um se sentia mortificado pelo outro.... quando a Lua estava em conexão com o sol era luminosa; mas tão logo se separou e foi-lhe atribuído o comando de suas próprias hostes, ela reduziu sua posição e sua luz.”

. .“quando falamos nas deusas, como fica evidente não nos referimos a nenhuma mulher, mas sim a algo não-humano, a uma energia, um poder arquetípico, cíclico, ligado ao feminino e da mesma natureza que a mulher, embora atuando em ambos os sexos.
Comentário de Paulo Fernando em 12 março 2009 às 14:49



O Feminino é Divino.

Entre todas as Dividades Femininas, a mais conhecida e cultuada é a Deusa da Lua. Desde os tempos remotos a Deusa da lua em diversas tradições, religiões e culturas do planeta era cultuada com seus varios nomes, mitos e lendas.

Deusa da Lua

é uma das principais formas da divindade da antiga arte, é normalmente vista como uma Deusa Tríplice: donzela, mãe e anciã. A donzela é associada com a Lua Crescente, a mãe com a Lua Cheia e a anciã com a Lua Minguante. Nas tradições mais antigas a quarta fase da Lua, o período da Lua Nova (os três em que a Lua não é visível), era atribuído ao aspecto da Deusa conhecido como Encantadora.

A Deusa da Lua era um aspecto antigo da Divindade que evolui desde o Culto Neolítico da Grande Deusa na Antiga Europa. O aumento da lua e seu subsequente declínio, refletindo as mudanças no corpo de uma mulher devido a gravidez, sem dúvida refletiram em um mistério duplo.

Para os nossos ancestrais, o que era misterioso devia vir do mundo sobrenatural. Sendo assim a lua tornou-se divina e as mulheres tornaram-se as suas Sacerdotisas por causa de suas natureza reflexa.

Os antigos acreditavam que a lua influenciava o ciclo menstrual feminino e, portanto, associando a lua com a fertilidade. Em épocas antigas a Deusa da Lua também era conhecida como a que trazia a vida e a morte. Ela enviava as chuvas, as tempestades e as enchentes. Ela movia os fluxos do oceano, a água que ela fornecia a fim de existir a vida era também o elemento atraves do qual ela removia a vida. Isto também é refletido no périodo menstrual das mulheres, o fornecimento da vida e depois sua abrupta negação. A Deusa da Lua é fortemente ligada aos fluídos de todos os tipos.

A lua tem sido associada com as emoções desde os tempos antigos. Assim como a lua exerce influencia sobre as forças da natureza, ela também influencia o mundo interno da mente e do espírito. A Deusa da lua é ligada as visões psíquicas. Os antigos acreditavam que a Deusa da Lua podia conferir a profecia ou a insanidade ás pessoas para quem ela fazia favores.

Em épocas antigas, a luz da própria lua era o poder lunar. Era a substância verdadeira da própria magia e não um simples símbolo do poder da lua.
 

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